terça-feira, 4 de outubro de 2011
(...) sinto falta de ti
Gostava que soubesses que gostava mais do teu "antes" do que do teu "agora". Achava-te diferente, achava-te far from the usual. Gostava de quando eras o meu bichinho e de quando conseguia imaginar-te como um menino pequenino a correr para mim. Sinto falta de ti. Aquela inocência a cada gesto, aquele toque genuíno e puro que só tu tinhas. Aquele sorriso malandro e o olhar apaixonado, olhar esse que volto a ver quando recebes uma mensagem dela. Sei que não é igual, porque o amor que tinhas por mim nao é de certo igual ao amor que tens por ela. Por momentos chamaste-me "melhor amiga" e que bem me soube ouvir isso da tua boca, mas falar é fácil as palavras voam da nossa boca como um pássaro ao qual abriram a gaiola, dar realmente valor ás palavras é que não é tão fácil. Estamos longe, muito longe, atrevo-me até a dizer tão longe como o céu e o mar, tão longe um do outro como nunca estivemos antes desde que nos conhecemos. A diferença é que o céu e o mar, sempre parecem voltar a tocar-se no horizonte, mas quanto a nós não sei se irá acontecer. Só o tempo o dirá. Eu acredito no destino, aliás eu sempre acreditei que tu eras o meu destino. E se um dia as nossas vidas tiverem de se cruzar, cruzar-se-ão por elas próprias. A vida dá tantas voltas, a nossa deu uma de 360º quem sabe se não se inverte tudo outra vez.
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